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Alcemi Barros
aabarros@uol.com.br
Há algum tempo não acessava o site. Hoje, grande perceber como melhorou a apresentação. Não tenho dúvidas de levantar a questão de que é a página mais completa que já visitei. E olha que visito bastante páginas da galera da MPB, principalmente do Nordeste.
Definir a paixão pelo Fagner é difícil. Basta dizer que é humanamente essencial ouvir sua voz acalmando nossas almas. A singularidade contida em suas canções é ao mesmo tempo plural. Várias dimensões, viagens, podem ser feitas ao ouvi-lo. Essa é a magia da canção e deste cantor.
Há algum tempo percebo um retorno às origens. Músicas descompromissadas com a selvageria das gravadoras. A seleção das canções, acredito, está sendo mais criteriosa. O CD de 1997 (Raimundo Fagner) acredito que será difícil de editar outro com tal qualidade. É simplesmente magistral. O CD mais recente adquiri há uma semana. A parceria com Zeca Baleiro certamente dará frutos, visionários.
Agora, com os trabalhos sociais que Fagner vem desenvolvendo, acredito que se realize mais enquanto ser humano. Afinal, não era esse seu grito no início da carreira, de um mundo mais mundo?
Alegro-me em tê-lo como meu cantor número 1, ou melhor, não há numeração que o defina. Simplesmente você existe.
Abraços fraternos,
Alcemi Barros
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Helena
brasilcon.senra@bol.com.br
Rio de Janeiro, 04 de setembro de 2002.
Agradeço a você RAIMUNDO FAGNER da oportunidade de vê-lo no Teatro João Caetano, eu esta lá nos dois dias, emocionada e muito feliz. Foi maravilhoso e espero que volte, pois gostaria de ter tido a oportunidade de abraça-lo. Agradeço a Deus e peço a ele que te proteja em todos o momento de sua vida.
Fica o meu convite a você se quiser conhecer Niteroi - RJ
Um grande beijo no seu coração e um grande abraço,
de sua fã, Helena
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Eliton Azevedo
elitonazevedo@uol.com.br
Olá. Falem ao Fagner que ele precisa resgatar aquele trabalho que na minha opinião consagra uma época da Vida Brasileira....
O ROMANCE NO DESERTO não só a música e sim todo o trabalho desse LP-CD como queira... é Muito BOM!!!!
Parabéns Raimundo Fagner
Eliton Azevedo
Recife. PE
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Célia Placido
celiaplacido@cpovo.net
caros amigos,
Assisti em Porto Alegre em abril o espetáculo de Fagner e Zeca Baleiro. Indescritível. Chegamos aoNirvana. Eu, pessoalmente, não havia visto Fagner ao vivo e não conseguia desprender os olhos de sua figura... Isto que sou fã número um do Zeca. Ele é demais, lindo, cantando cada vez melhor, carismático. Que continue assim para todos nós. Ah, falta agora o CD do show.
Célia
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Deise Mesquita
deigme@terra.com.br
Encantada. Foi assim que voltei do show de Fagner e Zeca Baleiro em Belo Horizonte. Tenho 45 anos e fui com minha filha, de 21. Ela, fã de Zeca, não levava muita fé no encontro dele com Fagner, cujo repertório romântico não a agradava muito. Mas... surpresa! A perfeita e inusitada combinação de duas vozes tão graves associadas à escolha correta do repertório venceram-na e ouvi um ''tudo a ver'' que me sensibilizou muito. Parabéns aos dois, ao Fausto Nilo também. E obrigada a todos, por me permitirem aqueles momentos de identidade e prazer. Aguardo o CD.
Abraços,
Deise Mesquita
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Maria das Graças
mariagm@uai.com.br
Olá Evangê. Tenho uma grande novidade para te contar. Você acredita que viajei 700 Km, 12 horas para assistir ao show do Fagner no último dia 17 de abril? Foi emocionante. O Fagner é superlegal, gente boa, finíssima. Após o show, atendeu a todos em seu camarim. Pena que o tempo foi curto, quase não conversamos. Levei uma camisa silcada com uma foto dele. Ele autografou com a maior boa vontade. Vou guardá-la para sempre. Quero manter um contato com você para estar sempre a par do que está acontecendo com ele. Um grande abraço, Gugu.
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Juliana Rolim
jurginha@hotmail.com
Fagner e Zeca Baleiro! Maravilha de show realizado em Brasília!!! Parabéns!!! Zeca Baleiro, até então desconhecia muita música sua... mas o show foi um show!!! Fagner, ao ouvir Canteiros, mesma emoção ou até mais forte de quando escutei pela primeira vez ao vivo no show de gravação do cd no Centro Dragão do Mar em Fortaleza!
Ótimo, ótimo!! Belo show!!!
Juliana Rolim
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Eliana
elianaon@terra.com.br
Oi, pela primeira vez estou visitando esta página e que felicidade!!! Meus parabéns e continuem sempre com esse trabalho sobre esse maravilhoso cantor e compositor, etc, etc. Sabe o que é melhor a cada disco de Fagner? Todos eles têm o sabor da primeira vez. estou aqui curtindo o novo trabalho dele e gostando de tudo. ''Fagner continue sempre assim, nos brindando com sua voz, seu talento.'' Um abraço, Eliana
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Hugo Eduardo
hugoeduardo.vc@ig.com.br
Para este site não existem palavras!
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Mário Sérgio
rosemonteiro@uol.com.br
Olá, me chamo Mário Sérgio, de Fortaleza. Não êxito em afirmar, com toda a conviccão, que o "Raimundim de Orós" (como ele próprio se faz chamar) trata-se de um dos mais fantásticos cantores e intérpretes que a MPB já registrou. Sua identidade musical, estilo de cantar, talento, e acima de tudo, sua personalidade e caráter mostram como Fagner conseguiu conquistar milhares de fãs em todo o Brasil. Como cearense que sou, sinto-me extremamente orgulhoso de termos, regionalmente, tamanho talento. Como geógrafo, em minhas viagens de campo, sempre estou ao lado de meus cds de Fagner, ajudando-me a relaxar e concentrar em minhas atividades, através de suas canções/interpretações. O constante contato com suas raízes aqui no Ceará sempre fizeram de Raimundo Fagner um cearense nato, que canta e encanta o país com sua diversidade de estilos, sempre com traços característicos de sua interpretação. Lembro-me de uma certa entrevista no qual foi perguntado: "E aí Fagner? Sei que está sempre viajando, e então, como andam suas viagens internacionais?". "Minhas viagens internacionais são ali, pra Orós -CE" - respondeu Fagner. Sinto-me insatisfeito com a dificuldade de encontrar, em cd, obras brilhantes de Raimundo Fagner, tais como Fagner - 1976 e Fagner - Quem viver chorará, na minha opinão, dois dos melhores discos do "Raimundim de Orós". No mais, parabéns por mais uma página dedicada a este talento singular de nossa música. Contato pelo e-mail: marioscf@bol.com.
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Victor Hannover
Raimundo Fagner Cândido Lopes é um compositor e cantor de várias faces, como um coringa da música, que é capaz de cantar samba, baladas ou músicas regionais, mostrando a mesma categoria.
No início, cantando músicas regionais e intelectuais, ele conseguiu atingir um público fiel, que encheu ginásios pelo Brasil e cantou com ele. Mas faltava conquistar o povão, se tornar o mais popular. Fagner encarou como um desafio esta mudança, conseguiu bons resultados, foi criticado, mas chegou lá. Hoje, Raimundo Fagner, o garoto cearense descendente de libaneses, que deixou o Ceará em 71, em busca de fama e do sucesso, se transformou num homem bem sucedido, reconhecido no Brasil e no exterior. O sonho se tornou realidade.
Muitas são as razões que me fazem gostar da música de Raimundo Fagner. Primeiro ela me chegou, sem chamar muita atenção, através do radinho de pilha. Ainda criança, a música de Fagner passava por mim de uma forma esquisita. O tempo foi passando e veio o amor pelo futebol. Fagner, já famoso, resolveu comemorar o sucesso de vendas do disco ''TRADUZIR-SE'' com uma partida em Fortaleza reunindo craques do futebol brasileiro. Fui com meu pai, numa inseparável convivência que até hoje me traz fascínio. No Castelão, eu ainda garoto, encontrei Roberto Dinamite, meu maior ídolo do futebol. Emocionado, posei para uma foto lado a lado com Roberto. Um momento de emoção que me foi dado, patrocinado pelo meu pai, que me levou ao estádio e pelo Fagner, indiretamente, já que ele foi o responsável pela vinda do Dinamite. Na camisa de Roberto está escrito o nome do disco de Fagner e a foto foi parar na parede da sala da casa onde moro com minha querida esposa, Luziania e futuramente com meu filho Tom Victor, se Deus quiser. Mas e a música? Bem, vamos com calma! Quando ainda morava com minha querida mãe, no Condomínio Morada dos Marechais, conheci um amigo que veio de Gurupi, na época cidade de Goiania e hoje pertencente ao estado do Tocantins. Este amigo, chamado Ari dos Reis Barbosa, trouxe de Goiás toda a coleção de Fagner. Discos de vinil que me acostumei a ouvir. Foi como um choque, algo instantâneo. Ouvir e gostar. Outro amigo, o Zilderval, que hoje é dentista e mora na Rua Padre Francisco Pinto, quase em frente ao portão azul do PV, também me emprestou um disco, que lembro bem, se chamava ''FAGNER DEZ ANOS''. Eu simplesmente adorava.
Hoje, muitos anos depois, ainda vibro com a música cantada por Fagner. O disco de vinil foi ultrapassado, os CD's tomam conta do mercado e eu aproveito para colecionar alguns que Fagner autografou, com a colaboração do Fares Lopes, irmão do Fagner. Eu guardo com carinho os CD's autografados.
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Glaucio Sombra
glaucio-sombra@secrel.com.br
Raimundo Fagner me traz muitas boas lembranças. Parece incrivel, mas quando me considero a falar de Fagner, só me lembro dele no palco como estrela maior a qual me acalenta, me faz voar alto, com sentimentos nobres e vadios, não importa. É no palco com sua voz tenaz, às vezes manhosa, quase pedindo arrego, de forma única com identidade de uma exuberância tal que eu deliro a cantar junto a tantos outros. Fagner parece ter uma forma diferente para cada vez, para cada canção. Meu primeiro contato com Fagner foi através de um album que por sinal não tinha nome, com músicas como "Morena Penha", "Quixeramobim", "Reizado", "Vaca Estrela, Boi Fubá" e outras. Até Raimundo Fagner surgir na minha vida, eu não tinha ídolos, nem gostava muito de MPB. Graças a essa criatura suis generis eu tive meu primeiro ídolo, ele Fagner mesmo, sem ter vergonha de possuir um ídolo que depositou sobre mim um manto de fanatismo. Não acredito em semi-deuses e dessa forma penso que Fagner é um matéria com a insígnia do sucesso entre os homens, os deuses ficando para os mitos. Não acho que Raimundo Fagner seja portanto um mito ligado a excentridades do além, da loucura, mas um homem material que tem pontos mui fortes e não só o dom da voz, mas o dom de administrar todos os paraisos e infernos oferecidos a ele por tantos. Se me perguntassem: "Por que Fagner? Quando existem tantos outros no Ceará, no Brasil, e no exterior?" Fagner foi o primeiro a fazer-me sentir fanatismo. Inclusive ele explica o que é fanatismo no que é um album seu, "Fanatismo". Não são todas as pessoas que têm capacidade de senti-lo racionalmente com prazer e deleite, confortavelmente e construtivamente na sua psicologia envolvida, mas aconteceu comigo em relação a Fagner como a mão e a luva. De forma que vou a muitos outros interpretes, mas sempre volto ao ninho do cuco, quase que sintonizado com a cadência do "tempo" da música de Fagner. Acho que tenho o direito de elogiar o meu querido ídolo, mas de forma mais aprofundada e íntima, pertinente a minha pessoa de sempre. De repente, milhares podem elogiar o trabalho de Raimundo Fagner, mas o conteudo emocional, cognitivo não se compara mutuamente. Por ser fã, acho me um Tiete, e outras vezes, sou uma pessoa qualquer que lembra, cuida, sou fã de Fagner, como todos o são.
