Esta página é sua. Elogie, critique, reclame, escreva ou solicite algo sobre Raimundo Fagner. Afinal, o seu depoimento é muito importante para nós que somos admiradores do canto e da arte de Raimundo Fagner.
Para escrever, CLIQUE AQUI.
Caros amigos, comentários ou críticas sobre outras pessoas não serão vinculadas nesta página.
_______________________________________________________
Nome: Daiza - Sábado, 5/5/2001 (17:09)
E-mail: neves.j@libero.it
Comentário/Opinião:
Raimundo docinho de coco, quando eh que voce vem na Italia fazer contente esse montao de brasileiros que te adoram e que te esperam pra matar a saudade de voce e das tuas musicas? Sao 10 anos que estou aqui e nunca soube de um show teu por essas bandas... Um beijao carinhoso da tua fan com mais saudades Daiza.
Nome: Sisenando - sexta-feira, 4/5/2001 (06:57)
E-mal: siser@bol.com.br
Comentário/Opinião:
Obrigado por ter me repondido. Eu sou um fã incondicional do fagner e como vc disse que trabalha sozinho no site dele, e só tem tempo aos domingos, estou me oferecendo para ajudar-lhe no que necesitar, claro sem cobrar nada por isso, possuo conhecimentos avançados em html e flash player, caso se interesse, é só me mandar o material, como agendas de shows, discografia, letras, o que estiver faltando, que eu organiso e mando os arquivos em flash e html pra vc. Deste site: raimundofagner.com.br é seu o domínio, quer dizer, vc quem paga a anualidade dele ou é o fagner? Se o domínio for seu, o faagner sabe disto? É o fagner quem passa o material para vc, como letras, discografia, etc.? O site está muito bem feito, parabéns!!!
Nome: Glaucio Sombra - Sexta-feira, 4/5/2001 (22:26)
E-mail: gongoblong@uol.com.br
Comentário/Opinião:
Sempre me perguntei como deveria ser o dia a dia de um artista famoso, tal qual Fagner, por exemplo. Sair por esse Brasil a fora sem ter bem certeza aonde vai ficar, problemas de hospedagem, de pessoal, de músicos, de contra-regra, de planejadores de palco, iluminação, produtores, informática, contratos; isso, todo santo dia, a toda hora, em qualquer lugar. Eu já estive no meio de radialistas da então famosa FM do Povo em Fortaleza. A coisa parecia uma eterna brincadeira. Todo radialista é palhaço por natureza, mas no sentido de ser sempre otimista a respeito do seu dia a dia junto ao brasileiro miseravel e do produto final de seu trabalho que é demarcado pelos índices de audiência indicados pelo IBOPE. Lembro-me do Fran Silveira, Loy Filho, do Canalito, do Iran Costa, Eriberto, Tony de Sá, da Carmem Lúcia, Paulinho Leme, do Paulo Oliveira, do Dantas Lima, e muitos outros, como o satírico William Hurt! Na primeira vez em que fui à FM do Povo no sistema de Rádio O Povo, era por volta das quatro e meia da tarde, horário do famosíssimo, até hoje, Paulinho Oliveira que hoje, por sinal, trabalha na TV cearense. Eatavam discutindo alguma coisa sobre Raimundo Fagner fora do estúdio. Paulinho Oliveira entra para o interior do estúdio, fora do ar e diz: "O Fagner... bem... o Fagner Camufla!" O Paulinho Oliveira é uma pessoa simpática, interessante, que inclusive deve até ter o apreço de R. Fagner. Sempre me encontro com ele no Video Clube aqui em Fortaleza. Mas veja bem: Paulinho entrevistou, já, Fausto Nilo, Fagner, Dominguinhos; inúmeras celebridades, e caçoa de todas elas, as celebridades em celebrações satíricas. Você pode estar falando com um radialista que lhe dá o maior apoio na hora de uma entrevista, mas se você dá as costas, eles caçoam de você. É sui generis. Pode ser até o Bispo, por incrivel que pareça. Missa negra nele. É o meio. O meio que não se justifica e pode acontecer em qualquer ocasião com qualquer pessoa. Teve um tempo que andaram dizendo lá na dita rádio, que eu não era normal das faculdades mentais. Fiz minha festa de aniversário regada a Ballantine's e todos, sem exceção, me deram, se não presentes, cartões cheios de dedicatórias. Quero chegar no ponto: O estilo de música de Fagner me faz pensar como seja a "camuflagem" que o Paulinho Oliveira falou. Inclusive, abro parêntese para informar do desejo de que o Paulinho Oliveira tem até de planos de ir para Miami onde existem 150 mil brasileiros. Fico curioso em vislumbrar o mundo artístico de Raimundo Fagner. Como seria? "Camuflagem" seria para mim o ínterim da vida profissionalíssima de Fagner e não mero descaso em dispositivos de casualidade, de dia a dia, cachaça com rapadura.
Nome: Glauco Sombra - Sexta-feira, 4/5/2001 (21:17)
E-mail: glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
Caro Evangê Costa: Você uma vez me disse que nós dois somos fãs de Fagner até de baixo d'agua. Você não perdoou meu penúltimo email? O que houve? Existe uma paródia dos tempos romanos em que Roma estava em guerra com um país estrangeiro. A batalha era árdua. Dificil. Então um soldado se aproxima do general romano e diz: "General! Se eu fosse o senhor eu não faria essa manobra". O General sorriu ironicamente e retrucou ao soldado: "Tambem, se eu fosse você, 'soldado', tambem não faria essa manobra" Só nos resta viver e aprender a viver e viver...aprendendo. Abraço.
Nome: Abner Gomes - Sexta-feira, 4/5/2001 (16:26)
E-mail: abner@novacentric.com.br
Comentário/Opinião:
PARABÉNS PELO SEU ÚLTIMO CD. As músicas que você gravou expressam de forma direta os sentimentos e emoções dos brasileiros.
Nome: Glaucio Sombra - Terça-feira, 1/5/2001 (14:42)
E-mail: glaucio-sombra@secrel.com.ar
Comentário/Opinião:
Olá Evangê! Gostei do desenrolar do comportamento profissional de Raimundo Fagner. Simplicidade sempre cai bem. É claro que não se pode ser simples ao ponto de se afogar em simplicidade redundante. Até agora acho que a promoção do CD dessa forma foi bastante interessante no tocante à disponibilidade do cantor junto ao público. Patagônia? Não tenho restrições ao que por ventura possa ser! O mêdo que tenho em Fagner seria ele levar isso tudo de forma fatalista, corriqueira, uma sequência de eventos, como administrar um bom "slogan". Tem gente que tem vocação, mas não tem talento para administrar uma carreira. No show político de Patrícia Gomes, na Cidade dos Funcionários, achei Fagner muito fechado, travado, e ao mesmo tempo fazendo piadas com a campanha isolando-se do objetivo principal dele estar ali, que era justamente a campanha de Patrícia. Parecia uma Fuga. Você tem razão. Fagner é estranho, para dominante, não nem mesmo se importando com o que está a seu redor, o contexto sendo sempre envolvendo-o de forma surpreendedora, destacada, como se nada podesse atingi-lo. Tudo sobre controle. E não tudo administravel. Insegurança? Nem isso. Noutras vezes, me parece que ele é acometido por aquela fobia ao público, como a pontos isolados de sua vida também. O mêdo de enfrentar a multidão, ou sua escacez. Acho que as introduções que tenho com o artista são sempre bizarras, principalmente porque nunca estou preparado para ser dominado de formas esdrúxulas, esquisitas, esquizoides, às vezes até doentias. Ser uma pessoa famosa e poderosa, nem sempre significa numa vida acertada, de se ser ao ponto do dono do verossímel, da verdade. Talvez, da verosemhança. Lembro-me que teve um tempo em que Raimundo Fagner passou dois anos sem fazer show em Fortaleza. Eu escutei na FM do Povo: "Vamos fazer dois shows: um para o Natal, e o outro para o Fim do Ano". Fagner em entrevista. Então houve o show do Moraes Moreira, e depois veio "Cartaz", no Ginásio Paulo Sarazate. Lembro que a banda tinha até alguns elementos da Banda do Gilberto Gil. O Ginásio cabe confortavelmente umas 15 mil pessoas. Em Cartaz deviam ter umas 5 mil. Ou menos. Você achou Fagner estranho. Imagine o que levou para ele enfrentar em fazer um show no Paulo Sarazate "vazio"? E depois. A resposta seria: uma palavra: Êrro. 1 êrro. Sim. Queria falar de perfeccionismo. Um conhecido do meu irmão em S. Paulo, foi instalar um super alarme em sua residência. O alarme previa tudo. Mas quando o ladrão veio, entrou pela fechadura da porta da frente. Perfeccionismo é um ciclo vicioso eterno, sempre se defrontando com êrros que alimentam o perfeccionismo em si, e o perfecionista indivíduo é espoliado, deprivado de muito, com sofrimento. Compensado com êxitos sádicos. Não quero dizer que ele selecionou mal as canções, que ele não devia fazer o show do Ginásio. Ele cometeu 1 erro ou dois, o qual, ou os quais não se leva em conta agora. Mas levando em conta a personalidade, o perfil psicológico de Fagner, expressado, esboçado por você, Evangê, como "estranho". Pode ter certeza que foi uma "peinha" errada. Quanto tempo Fagner levou para se recuperar daquilo. Qual foi ou quais foram as suas atitudes perante a certas pessoas, como eu enfatizo: por um êrro? 1 êrro, com certeza. Fagner, pelo que notei tem certas obcessões compulsivas, detalhismos, inquietações, constatações, animosidades, mas de repente um êrro, um, e tudo fica por conta do "santo". Fagner não se relaciona. Ele ERRA primeiro ou induz ao erro. Busca incessantemente os erros naquilo. e ao redor do que ele almeja. Artificial e irreal. Inconcistente. Quando chegou no Paulo Sarazate, ele teve que cantar. "Ou dá ou desce". É uma coisa. Previa 2 shows! Só Gal Costa conseguiu fazer isso em 1982. Se o Roberto Carlos fizesse 2 shows no Paulo Sarazate depois da morte da esposa, perderia "prestígio noutras instâncias". Não consigo ter os pés no chão para confiar numa pessoa que só espera um êrro meu. Se não agora, quando? Da próxima vez. Abraços! Gláucio Henrique.