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Nome: Gláucio Sombra - Sábado, 9/6/2001 (13:28)
E-mail:
glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
Olá, a todos os fãs frequentadores da página de Fagner! Vi um depoimento de uma presença feminina na página de Fagner, expondo a todos o seu amor e admiração a Raimundo Fagner, e ainda mostrando um poema, que segundo ela, foi baseado em músicas de Fagner. Quero dizer, que tenho um poema que não sendo baseado em músicas de Fagner, foi feito baseado na minha admiração ao autor, cantor de MPB, e hispânica, como se meu "elan" por ele sobrepusesse a tudo e a todos e ao tempo, até o esquecimento de muitos em relação ao artista Raimundo Fagner. Eu estive sempre firme, ao meu modo e dentro das minhas possiblidades, que puderam ficar mais explícitas com a melhor página da net de Raimundo Fagner, administrada por Evangê Costa, profissional de Media no estado do Ceará. Também conheço a maior parte do trabalho de Fagner. Esse poema é para os que esperam o que não ficou de vir, mas vão encontrar no amor. "A Consciência Não Fenece" (2 estrofes).
Ai vai o poema: A Consciência não Fenece

As coisas caminham assim,
Pensar, querer, muitas vezes não ter.
Se acostumar com um ritmo inerte existencialista,
Onde Freud não explica.
Algo vago, não fálico, nem em princípio.
Sem aviso, pouco estéril, talvez até fértil, sonoro,
Um pouco hostil ao ébrio,
Mas calado ao que se supõe visto de cima para baixo, cabisbaixo
Não egoísta, mas sempre, ainda egocêntrico, concêntrico ao foco dois,
Como o sentido ao hino de guerra, no filme de Trinity, lava a mão e cospe.
As coisas não tem que ser, mas são.
Coisas sérias, sensatas, cansadas, estupidamente geladas.
Água na fervura! Gato escaldado não faz de volta.
Ninguém volta ao mesmo ponto, o ponto não há.
Não há honra onde não existiu um crime. O hímen.
Felicidade é clara de ovo. As gemas lembram colesterol.
Como viver. Basta sofrer e fazer viver o que vive e o que nasce.
Nada morre nem deve viver. Existe-se na morte que tudo transforma.
O inerte vive e tem consciência. Basta ocupar o espaço de existir.
Entre o sopro e o aço, tem-se a água gasosa, líquida ou sólida,
Onde tudo é possível, e se diz da ocasião do qualquer descoberto.
Qualquer nobre gestão é honrosa, mas pode ser vista mendigante.
A qualquer momento se erra ou se acerta diferentemente em tempo e modo.
Acertei o que para uns é tempo de erro de nível estúpido, meu freguês...
Algum dia amei ou me maldisse ou fiz um disse me disse.
Algum dia compreendi sinais que figuraram como linguagem no pensar.
Ousar chamar... algum dia, até o sol se desmanchar atrás de nuvem efêmera, minha cortina. Porque usar algum, como palavra tão significativa numa linha prolixa?
Prolixo pensar, mais é a vida, a vida vivida do livre arbítrio no pensar. O que é pensar, se... Chamar, ousar chamar, sem pensar existe na loucura do livre amor, ou só odor do pensar.
Mas é bom amar o que há. No que chamamos, resta apenas nomeação. Brasão.
Nomeação, é chamar, nomear em relevo de linguagem.
Chamar, é verbo circunscrito em momento propício ao egoísmo significativo.
Ouve uma vez outra palavra que completou no discurso do já futuro, a partir do aqui...
O tempo, parece nomenclatura, como amar é algo mais a cada olhar, chamar.
Empurrar? Vem, te amo; eu te amei, quando não mais se amou, nunca foi ou deixou [de se amar],
De ser amor, ou pode até nunca ter sido
Não se acredita em nomes, mas em sentido de sentimentos.
Frase bonita explica. Corrompe, suborna.
Sentido no tempo de cada linha, cada vez lida.
Linha pode ser imagem, ou coragem na atitude do agir.
Se não confere, é bom pensar em metáfora que explique. Pensar é reformar, a seguir.
A consciência humana não se explica, mas se sonda, e muito é insondável.
Nomeamos nossos pensamentos. Nomeamos sensações.
Memorizamos, e rezamos de qualquer forma em ritmo cercadiano.
A consciência não é atingida nunca.
Como descrever uma pluma, se tocada de tão delicada, a pluma não o é mais?
O mais, pode ser o menor dos males.
Sempre benéfico, até do que não se conscientiza mesmo na ojeriza.
Temos consciência até na dormência, para lembrar ou esquecer. Por que não reformular? Tantas Bíblias, tantas dízimas, tantos pecados excomungados...
Perdidos ou achados. Conceitos auto atribuídos.
Nossa ligação com algo que nunca se consegue ligar.
O místico e o insensato, no agir no pensar, tudo ciranda ao redor.
Ao redor da consciência. Alá, no Carnaval.
Algo curioso. Curioso, aqui, só mas uma palavra que flagra a sedução.
Sedução do linguajar à nossa própria consciência.
Pouco ciente, por SINAL.
Sinal que não fenece...
                                 por GLÁUCIO SOMBRA


Nome: Gláucio Sombra - Sábado, 9/6/2001 (11:22)
E-mail:
glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
No amor se pede, se jura, se é profeta, ladrão, abastado, pobre. Na música acontece algo como uma paixão inespecífica, que sempre tem algo em comum com algum amor, particularmente na música de Raimundo Fagner onde tudo isso é cantado e pode ser virtualmente ou materialmente posto na prática da vida real. R. Fagner canta não somente para que os versos rimem, mas as coisas que ele canta são possiveis, reais entre todos nós. Tudo que Fagner canta pode acontecer com qualquer pessoa de uma forma ou de outra, às vezes até com a mesma linguagem, a mesma intonação. Fagner é verossimil, nunca se afastando do povo e de suas ansiedades, alegrias e tristesas, como homem do povo que ele é, mas sempre mantendo sua individualidade. Eu sou testemunha disso. Eu vivo na música de Fagner, com honra e orgulho. Eu sinto, como outros, as canções de Raimundo Fagner, que são na maioria das vezes psicológicas e não sociogênicas, como alguns cantores buscam em espécies de hinos para as suas obras. Assim, Fagner faz sucesso, atingindo não o "carnaval", por assim dizer, mas o "Pierot e a Colombina", considerando que todos os casais o sejam. Dai a psicologia, a pessoa. Não há intimismos. Indubitavelmente, as canções arrebatam somente a quem ama, e Fagner conta situações específicas de pessoas que estão amando somente. Se o ouvinte não ama ou não se lembra de uma paixão, a música de Fagner parece algo inerte, ou comemorada como uma bela arte musical, simplesmente por ser, sem sabor sentimental. Gostar da música de Fagner, não é apenas ser um bom crítico de música, mas precisa estar amando, ou à procura de um amor e pode-se ter a certeza de que quem gosta do estilo do cantor, são os apaixonados, amantes que passam por momentos de uma forma ou de outra, descritos, presumidos por Fagner, não para todos os casais em geral, mas para algo de vida e de morte em cada encontro, no ponto crítico de todos os casais que se encontram, de cabêça feita, por ligarem seu amor à natureza, e por que não: à música de Raimundo Fagner. A música de Fagner não fabrica momentos; o trabalho é que se encaixa de forma precisa e única a paixões aleatoriamente, inespecificamente, mas marcam instantes de relevância. Chamaria isso um dom. Fagner se expressa e sabe como. Isso vai da escolha das músicas até a performance. Tome como um exemplo um casal que escuta a música de Fagner. Deve com certeza haver uma empatia com a canção naquele momento, sempre. Um ponto "G". Fagner canta o individual, para qualquer casal. Quem não se liga não ama, não amou. O cantor já falou que o nome do próximo album é "Muito Amor;". A explicação para tal encaixe deve residir na riquesa psicológica de Fagner, incluindo sua vida, numa boa fase, relacionamentos, trabalho, sua psicologia de indivíduo que é. Também envolvendo-se no social como a Fundação Raimundo Fagner para dar cidadania a crianças de rua em Orós, no Ceará.

Nome: Américo Netto - Sábado, 9/6/2001 (19:46)
E-mail:
07argonauta@uol.com.br
Comentário/Opinião:
Eu gostaria de agradecer por ter recebido a carta o clube amigos de Raimundo Fagner, eu, como um grande fã que sou, fiquei muito feliz por poder ser lembrado por outros amigos desse grande artista. Espero continuar a receber notícias. Obrigado Américo Valdanha Netto

Nome: Renata Helena- Sábado, 9/6/2001 (23:50)
E-mail:
wallacebarbosa@bol.com.br
Comentário/Opinião:
Agradecemos a correspondencia enviada. Espero mais contatos e aviso de um show no Rio de Janeiro. Atenciosamente Renata Helena Martins Barbosa

Nome: Carlos Henrique - Quinta-feira, 7/6/2001 (15:10)
E-mail:
chsantos@ig.com.br
Comentário/Opinião:
Olá Camarada FAGNER, moro em São Luis do Maranhão e sou seu fã pois quando viestes aqui consegui teu autógrafo em meu encarte do último CD duplo, pois tenho quase todos os teus Lp's e Cd's mas gostaria mesmo era de ter conversado com sua pessoa porém quem sabe um dia.....tem uma casa de eventos que esta trazendo muita gente famosa chama-se BATUQUE BRASIL conheço a pessoa de lá que faz os contatos e vira e torna digo "traz o FAGNER" ela também é sua fã, toda vez que a minha casa quer escutar Espumas ao Vento e sempre coloco pra nós dois...quem sabe nesse dia se acontecer terei o imenso prazer de conversar e ganhar uma lembrança tua(camisa, boné, chaveiro) guardaria com muita alegria. Por enquanto fico aguardando esse dia e te desejando muita, mas muita sorte e felicidade pra te inspirar e gravar coisas boas pra gente escutar... Ah, obrigado pelos cartões autografados ateh a sua vinda, farei uma forcinha pra entrar no camarim.......... de Carlos Henrique........FELICIDADES, UM ABRAÇÃO.

Nome: Ricardo Santana - Quinta-feira, 7/6/2001 (11:19)
E-mail:
ricardo@algas.com.br
Comentário/Opinião:
Acusamos o recebimento do material enviado a nós pelo CARF. Muito obrigado pelo carinho... ficamos emocionados... Que Deus derrame sobre Fagner e vcs que fazem o CARF todas as bênçãos!!! Grande abraço a todos, especialmente ao Fagner - companheiro de tantas viagens... Ricardo Santana

Nome: Osório Reis- Quinta-feira, 7/6/2001 (09:24)
E-mail:
osorio.reis@unigel.com.br
Comentário/Opinião:
Prezado Evangê, acusamos o recebimento de sua carta, o qual agradecemos profundamente. O precioso conteúdo, mim deixou muito feliz, principalmente pela possibilidade em poder falar pessoalmente com o meu grande ídolo Raimundo Fagner. Gostaría de saber se o novo disco já saiu, e como adquiri-lo o mais breve possível. Aguardo resposta. Você pode contar comigo sempre. Um forte abraço, Osório Reis

Nome: Dejanira - Quarta-feira, 6/6/2001 (18:26)
E-mail:
cade.ca@terra.com.br
Comentário/Opinião:
Olá! Quando o Fagner vai se apresentar na região de Piracicaba-SP? Aguardo a tempo um show! meu email cade.ca@terra.com.br Um abraço Dejanira

Nome: Albany Sampaio - Quarta-feira, 6/6/2001 (17:08)
E-mail:
albanysampaio@uol.com.br
Comentário/Opinião:
Caro Amigo, Sou fâ do Fagner há mais de vinte anos, quando ouvi pela primeira vez uma música chamada "Revelação". Possuo todos os discos lançados em vinil, inclusive os de Fagner e Gonzagão, Soro, Homenagem a Garcia Lorca, quase todos autografados. Em cd, também possuo quase todos os que foram editados, mas, infelizmente, eu não possuo dois dos mais importantes já lançados pelo Fagner. Os Cds Raimundo Fagner (Sinal Fechado) e o Quem Viver Chorará. Moro há 25 anos em Salvador e quase nunca vou a Fortaleza, mato um pouco da saudade ouvindo as canções do Fagner. Gostaria de obter informações de onde e como conseguir esses cds. Gostaria de saber, também, se há algum show agendado para Salvador. Obrigado. Albany Sampaio Júnior

Nome: Nei Lúcio - Quarta-feira, 6/6/2001 (15:18)
E-mail:
klinshop@mednet.com.br
Comentário/Opinião:
Ao amigo Evangê, gostaria de agradecer imensamente por ter me enviado as gravações do CD do Fagner com as músicas que não possuía, e também pela correspondência a mim enviada. Gostaria de manter informado e até mesmo participar do Clube dos Amigos de Raimundo Fagner.

Nome: Reinaldo Galhardo - Quarta-feira, 6/6/2001 (12:05)
E-mail:
brotaspeca@netsite.com.br
Comentário/Opinião:
Agradeço a gentileza de ter me encaminhado a letra da música " FOI DEUS", porém se possível gostaria que me enviasse PARTITURA , para TECLADO. Sem mais, aguardo. REINALDO GALHARDO BROTAS - SP

Nome: Márcia - Terça-feira, 5/6/2001 (13:32)
E-mail:
carreis2@ig.com.br
Comentário/Opinião:
Caro Evangê, Como vc pediu, estou confirmando o recebimento de sua correspondência, sobre a exposição dos 50 anos do Fagner e o postal, infelizmente é no Ceará, mas agradeço da mesma forma, pois é a primeira coisa que recebo de vcs desde que me inscrevi no CARF. Agora se não fosse pedir muito, gostaria imensamente de receber uma foto autografada desse meu ídolo amado, Será que vc me faria esse grande favor, eu ficaria super feliz de ganhar esse presente. Um grande abraço Marcia

Nome: Gláucio Sombra - Terça-feira, 5/6/2001 (13:32)
E-mail:
glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
Minha natureza, não se encontra dentro dos limites normais estatisticamente falando. Se pegarmos uma "Curva de Gauss", 10 por cento será de humor deprimido na maior parte do tempo, oitenta por cento terá humor normal, aceito como estavel, estabilizado, concretamente falando; e 10 por cento terá um estado psíquico elevado, exaltado, maníaco, na maior parte do tempo. Em meu caso, em minha natureza, posso pular de depressivo para maníaco rapidamente e vice-versa, e ainda passar um bom tempo normal, ou seja, de humor equilibrado. Às vezes nesse processo tenho depressões bem configuradas e manias bem configuradas. Tudo sem que ninguem note. Também posso ser um "normal" aceito como tal por meus próprios conceitos auto-críticos. Eu vivo bem. Não tenho do que possa me queixar. Agora, nesse momento em que me dedico à Página de Fagner, pode até ser que eu seja "normal". Conheci Raimundo Fagner por volta dos 18 anos de idade, quando hoje, tenho 38 anos de idade. Fagner era falado na Faculdade, e em muitos lugares. Eu já tinha o "Long Play" Eternas Ondas, e adorei ao show e a pessoa física de Raimundo Fagner no palco, mas como sou um "Maníaco-Depressivo", esquecia e lembrava dependendo do meu humor caleidoscópico, o emblema Raimundo Fagner, e isso vem acontecendo como tudo em minha vida, ao longo dos anos. Contudo tenho memória de toda uma existência, não havendo esquecido qualquer insignificância que seja. Dos 19 aos 23 anos eu era "vidrado" no Fagner, não como idolatria, pois eu não sabia por que eu tinha essa fixação por Fagner, mas por admiração, talvez, muito provavelmente dentre os meus ícones reconheciveis então em mim mesmo. No início era uma fixação, um emblema encrustrado, impingido, uma identidade provisória de um tempo. Mas depois, a coisa se viciou tanto que eu não sabia o que procurava. Mas de mais a mais e de menos a menos, nos 24 tambem fui fã, sem problemas, sem traumas quaisquer; 25, 26, 27, até hoje em dia, na beira dos quarenta. Eu me lembro, na fixação, que eu buscava os lugares que Fagner poderia se encontrar. Coisas de fixação, inconsequentes, mas como eu disse, passou, e sou fã sincero hoje em dia, nunca deixando de ser salutar e de personalidade com carater forte e ilustrativo. E de só desejar o bem a todos. Inclusive acho, que no meu caso, é até bom. É mais versatilidade do meu ser, do meu Ego, do meu psiquê. Eu conheço a minha mente, o meu corpo, onde ninguém pode estar e de mecanismos fisiológicos, psicológicos de formas que ninguem pode entender. Acho que para tanto uso minha mente mais que a média e posso ser maníaco, normal, ou depressivo, mas de maneira muito versatil, sempre, a qualquer hora em qualquer lugar. Conheço minha mente e meu corpo além fronteiras convencionais. Em todo esse sistema encontrei-me com Raimundo Fagner na antiga FM do Povo, em Fortaleza, já sem "fixação", e foi super interessante na época. Mais agora ainda, retrospectivamente falando. Acreditem. Talvez não soube me expressar corretamente, mas falei com Raimundo Fagner 2 vezes, tendo sido algo significativo, e sempre o via na praia, no Praia-Sol. Nesses anos eu vasculhei todo o meu ser. Fagner não sucumbiu no meu eu Bio-Psico-Social. Sou feliz, e como já até disse ao Evangê Costa, o dono do site, que espero ansioso pelo CD, que me parece já estar pronto de lançamento em agosto. Aí está o meu "X".

Nome: Gláucio Sombra - Domingo, 3/6/2001 (19:40)
E-mail:
glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
Gláucio Henrique Barreira Sombra Uma coisa muito coincidente, já que eu era fã de Gonzaguinha em outras vozes como Maria Betânia, foi o fato de no acidente fatal, nas proximidades de Tolêdo, os primeiros socorros prestados a Gonzaguinha e a mais 2 pessoas do sexo masculino que se encontravam com ele, foram prestados em Francisco Beltrâo, Paraná. Na Policlínica de Francisco Beltrão, onde minha irmã, Dra. Dionísia Sombra Aranha, é anestesista. Infelizmente o Gonzaguinha e uma outra pessoa chegaram já mortos no hospital e ficaram na ambulância. Mas a terceira pessoa, um homem, sobreviveu com traumatismo craniano grave, e uma semana depois foi transferido da Policlínica de Francisco Beltrão para um outro hospital, ainda em estado grave. Não se sabe se este ainda sobreviveu. Minha irmã foi a anestesista do rapaz enquanto ele se encontrava na Policlínica.