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Nome: Ana - Sábado, 17/6/2001 (20:11)
E-mail: amadvi@bol.com.br
Comentário/Opinião:
Apesar do atraso em responder-lhes, agradeço por terem me enviado o cartão e o comemorativo aos 50 anos de Fagner. Abraços, Ana (Campinas, SP).
Nome: Gláucio Sombra - Sábado, 16/6/2001 (16:23)
E-mail: glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
Todos nós temos a nossa maneira própria de nos comunicar, de interagir de uma forma ou de outra com as pessoas. Enfim: com o meio. Em relação às músicas de Raimundo Fagner para minha pessoa, a meu ver, não é coisa facil, afinal vem de Raimundo Fagner que apraz a tantos nesse Brasil, e até em paises de outras linguas, principalmente em espanhol, sem falar de "Tributo a John Lennon", que em parte é em inglês. O poema que escrevo abaixo mostra de minha forma, de minha perspectiva, de minha maneira, além de um modo o qual Fagner tivesse a possibilidade de vislumbrar e entender o que se passa comigo quando o ouço. Algo que deve acontecer com muitos fãs. Compreender como o sinto, o vejo, quando estou a ouvi-lo. Sou fã de Fagner e mostro o que acontece com minha pessoa, minha individualidade, meus sentidos, todos, a partir do instante em que ouço Raimundo Fagner. Poder-se-á notar que várias coisas acontecem e que somente a poesia poderia definir, expor. O SER COLORÊ:
O SER COLORÊ
Vislumbro a folhagem, verde
É um espêlho que me traz de volta ao peito
Alucinações provocadas pelo vento a carregar folhas.
O pensamento são bolhas.
Que crê no que não vê
Ouço em semi-leito
Música de Fagner, na cadência, sequência, mudança de compasso da estação
Que muda; escuto e meus lábios temem um beijo cheio de sentidos
Tela verde que adoro na lembrança, plumagem verde
Folhas que fazem piruetas. A música me alcança. Não se cança. Não esqueça
Só vendo como o vento musical me entretem.
Não ouço a minha voz
Não repito o que ouço
Sigo a trilha do compasso da voz do moço
Quem diria que o espelho verde, é seu rosto
Imaginação que posso, que está ao meu alcance
De forma verde, o sonho do encanto.
Perplexidade; do amando?
Em um canto da realidade de pirataria pirada, desvairada
Em espanto, de minha felicidade
Nas entrecurvas dessa cidade
Entrelinhas da maldade, ou louca saldade!
Esqueço o verde pra lembrar o avesso do espêlho
Em imagem criada, editada, ensaiada. Cruzes. Por sêde.
Sêde que transfigura a figura. O ser colorê. Cantante
Bem como querer
Mal querer. Bem me quer. Fálico, oral. Oral de cantor no ouvido.
Verde, que da fruta do pecado, desde a flor original
O ser colorê.
por GLÁUCIO SOMBRA
Nome: Ney - Quinta-feira, 14/6/2001 (09:44)
E-mail: joseney@bol.com.br
Comentário/Opinião:
Amigos do Fagner, Recebi sua correspondenica e fiquei muito feliz. Espero continuar recebendo outras informçoes sobre o grande Fagner. Aquele abraço. Ney.
Nome: Vera - Terça-feira, 12/6/2001 (12:58)
E-mail: vmmeb@uol.com.br
Comentário/Opinião:
Puxa, você nem imagina como fiquei feliz com sua notinha. Eu não esperava que me respondesse apesar de ter ficado torcendo. Um amigo meu me falou sobre a sua pagina e que talvez você pudesse me ajudar com a informação. Que bom que ele acertou !!! Só me falta agora conseguir comprar este disco. Você sabe como conseguir ? Beijinhos, Vera
Nome: Rosana Felix - Terça-feira, 12/6/2001 (10:21)
E-mail: rofsilva@agf.com.br
Comentário/Opinião:
Caros Amigos, Agradeço a atenção dispensada e o envio dos cartões. ROSANA FELIX SILVA
Nome: Chico Terra - Terça-feira, 12/6/2001 (02:32)
E-mail: chicoterra@terra.com.br
Comentário/Opinião:
QUERIDO FAGNER DIFICILMENTE LEMBRARÁ DE MIM, FIZ A DIREÇÃO DO PROGRAMA DA CLÉA PETRELI POR UNS TEMPOS AÍ NO CEARÁ. CERTA VEZ EU LHE DISSE QUE TINHA IDO MORAR NO CEARÁ MUITO POR INFLUÊNCIA DE SEU TRABALHO, QUERIA VER O TEXTO E SUBTEXTO NA RAIZ. CLARO QUE VI MUITO! APRENDI DEMAIS E SEMPRE FUI RECEBIDO POR VOCÊ COM SIMPATIA E RESPEITO. PORÉM UMA COISA QUE VOCÊ FALOU NO PROGRAMA DA MARÍLIA GABRIELA FEZ EFEITO NOVAMENTE EM MIM. EU TINHA SAÍDO DO SUL DO BRASIL (CURITIBA), POR ACHAR INSUPORTÁVEL A ARROGÂNCIA QUE AQUI É DE MUITA GENTE (AQUELE PAPO DE :_ O SUL É MEU PAÍS!) , POIS SIM, SEMPRE ME SENTI UM PEIXE FORA D´ÁGUA POR AQUI. POIS SEMPRE SONHEI COM O CEARÁ DESDE MENINO. MAS VOCÊ DISSE NO PROGRAMA ALGO MAIS OU MENOS ASSIM: _ EU TENHO HUMILDADE SIM SENHOR! MAS SOMENTE PARA AQUELES QUE SABEM VÊ-LA E RESPEITÁ-LA, FORA DISSO EU NÃO SINTO NECESSIDADE DE SER HUMILDE OU SIMPÁTICO POR SER. SAQUEI NA HORA: SIM, SOU DEFINITIVAMENTE CEARENCE DE ALMA E CORAÇÃO, MAS O SUL VAI TER QUE ME ENGOLIR SIM SENHOR, AFINAL, SOU BOM NO QUE FAÇO E A RESPOSTA DISSO TEM SIDO O PÚBLICO QUE TEM VINDO ME ASSISTIR NO TEATRO E NO CINEMA. LIGUEI PARA UMA AMIGA EM COMUM NOSSA, A SUZANE CARVALHO, CONTEI À ELA E ELA DISSE QUE REALMENTE VOCÊ SEMPRE FOI MUITO INSPIRADO E INSPIRATIVO. HOJE EU ESTOU EM TOURNÊE PELO SUL E ARMANDO MINHA INVASÃO
(RACIONAL) NO EIXO RIO-SP, ESPERO MUITO EM BREVE TANTO PODER ASSISTÍ-LO QUANTO VER VOCÊ NA PLATÉIA ( SERÁ MUITA HONRA PRA MIM). MAS FICA AQUI ANTES DE TUDO UM AGRADECIMENTO POR , COM SUA SUTILEZA ME FAZER VER O QUE É BOM E NECESSÁRIO PARA O MEU PROGRESSO! MAIS UMA VEZ MUITO OBRIGADO! SE PRECISAR DE QUALQUER COISA POR AQUI, PODE CONTAR COMIGO DE CORAÇÃO OK? ABRAÇÃO! DE ALGUÉM QUE É MUITO MAIS QUE SEU FÃ CHICO TERRA
Nome: Gláucio Sombra - Segunda-feira, 11/6/2001 (22:00)
E-mail: glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
"O amor é um grande laço, um passo pruma armadilha. Um lôbo correndo em círculo, pra alimentar a matilha"... trata-se do verso de uma música de Djavan de 1982. Foi cantado primeiramente por Gal Costa e fez um sucesso estrondoso. Eu ando meio nostálgico em relação a muitas coisas. Aromas, perfumes, dejá vus, muita coisa enfim está voltando em mim. Inclusive a forma de amar, apesar de eu não ter uma chance no campo sentimental. Estou num eterno impasse, como aquele lôbo correndo em círculo para alimentar a "matilha", que eu, pessoalmente acho que não merece. Lembro-me de Billy Holiday, que tinha casos com os piores gigolôs, mas vivia a sua perversão com felicidade e de forma linda, esplendorosa na sua "Exotic Land". Era invejada até por muita gente famosa. Acho, que amor totalmente seguro é nenhum amor, hipócritas aparte. Isso não é novidade. Está em qualquer livro de canções repentistas do Canindé. Eu ando preso a um amor mais pra o caso da matilha, do que para o caso do lôbo. Ou seja: O lôbo seria a outra pessoa. Espero que o próximo album de Raimundo Fagner me ilumine, me dê prazer, prazer de distiguir nas entrelinhas a expectativa, a espera minha por um amor, que poderia ser qualquer um. Qualquer lôbo que me alimentasse, me amasse. Sinto me preso nessa matilha. Preso. E fico esperando que o lôbo correndo em círculo apareça e não padêça, e me dê amor. Amor. Tem gente que segue tanto o que é o papel de amor, que esquesse, sim, esquesse o que é "amor". Muitas vezes segue-se um papel tão frenéticamente ou nem isso, que o intúito original se perde, ficando inerte, morre, e deixa de existir. Mas o tal, se diz apaixonado (a). É ai onde quero chegar: Cantar "amor", todo cantor cego canta. Mas o importante é o que já falei de Raimundo Fagner noutro e-mail: Fagner tem o dom de fazer o sonho individual a cada um da multidão. É só isso que quero, no patamar envolvido. No nivel a que quero chegar. Também um album não é tudo. E existem milhões de formas de se cantar. Só espero que surja algo do album de Fagner: "aconchego e felicidade", já que amor quem faz é cada um casal individualmente, psicologicamente, único e carnal. O album é apenas o início. O "Ponto G". Particularmente interesso-me pelo que gosto, do que é do meu interesse, do que fala da minha vida, do meu ser, do que "gesticulo" quase que sufocadamente às vezes, na sofreguidão ou na alegria da minha "vida". Não quero dizer que entendo ou sou ignorante quanto a Raimundo Fagner, pois refiro-me a como encaro sua música no meu lado do ser. Tenho me desfeito de alguns trabalhos de Fagner, por incompatibilidade causa-efeito. Se der para entender. Tenho sentido na carne. Mas é como já tenho dito a alguém: "Espero que esse album seja um sucesso".
Nome: Fabiano Cavalcante - Segunda-feira, 11/6/2001 (20:31)
E-mail: rh@coop-integral.com.br
Comentário/Opinião:
Fidumaégua", cadê você cabra?? Quero me inscrever no fã clube também. Como faço?? Qual é o disco que fagner participou em homenagem ao Piazolla? Que história é esta que o www.fagner.com.br é o site oficial? Cadê minha revista CD Sucesso?? Quando você vai querer fazer cópia da mensagem que o Fagner deu para o Planeta Rei? Você consegue com alguém o single do Roberto Acústico?? Manda notícias, bicho!! Um Grande Abraço, Fabiano Cavalcante
Nome: Vera - Segunda-feira, 11/6/2001 (09:08)
E-mail: vmmeb@uol.com.br
Comentário/Opinião:
você saberia me dizer que disco é aquele que está na página e que fala que foi feito no japão ? eu procurei aqui em sp e as lojas não sabem nem que este disco existe. queria saber quando foi lançado e também as músicas que estão nele. vocês tem ele para vender ? abraço a todos.
Nome: Gláucio Sombra - Segunda-feira, 11/6/2001 (19:57)
E-mail: glaucio-sombra@secrel.com.br
Comentário/Opinião:
Eu sou o tipo de pessoa que acredita em contos de fada. Aprecio a idéia de compartilhar um sonho, um carinho, até mesmo amor. Acredito muito nas pessoas, apesar de sempre me desiludir com falsidades. Sou um otimista. Acredito no azul do céu, no verde do mar, na vida a ser vivida, mesmo algo deprimido, às vezes. Curto muito música. Estou numa fase de transição de minha vida, e a música, que pode ser a de Raimundo Fagner, ou George Michael, sempre faz com que a vida seja vivida em meu lugar, já que sou bastante fantasioso. Sou de Fortaleza, cearense, brasileiro, falo 3 linguas, curso superior incompleto, gosto de Internet, e como disse, gosto às vezes que minha vida seja vivida por música a qual eu possa curtir... Acho que como eu, milhões estão tendo uma chance de curtir coisas assim, bem bom, de Raimundo Fagner. Acho que Fagner deveria de se dar a chance de sonhar e fantasiar em sua música que vem vindo. Acho que Fagner não precisa levar as coisas ao pé da letra, em um mundo em que ninguem se entende nem por leis; veja o escândalo do Senado Brasileiro; nem em leis, quanto mais tentando ser claro e cristalino, quando ninguem é justo, exato, não importando o tão claro seja a lingua, o código, o jargão. O cúmplice no clima. Álibi acima. Sempre haverá vazios, escuros, afogamentos, asfixias. Eu já passei por algo assim pelo claustrófobo mêdo, lutando pelos meus ansêios, que creio. Mas eu insisto na chance, de no próximo album de Fagner, eu poder sonhar e não receber recados quase que prosopopéicos, envolvendo animais ingênuos. Não, minhas figuras de estilo são até mais simples. Sonho de Fadas verdadeiros, abrindo os mares do falso, incompleto, inconciso. Sem uso do figurativo. Acho que eu estou voando e muito. Não me leve a mal. Um sôpro. Um sussurro. Um céu estrelado pode se apenas a luz de uma vela. Quero só a chance de poder ser feliz e dizer que Raimundo Fagner contribuiu e, ele, eu, sentiu. Pra que amores solitários e enxertados de amantes? Vamos buscar somente o que interessa realmente, ou seja, o vôo dos amantes, em busca do sentimento, do sentir, do prazer, do alvorecer, da lua que pode não ser. Fagner pode me dar essa chance. O Album já está pronto. Ele está feliz e seguro, mas deve sonhar. Um amor. Sentir, é o que vale. Sensações não descrevem, nem podem ser descritas. Sensações são o resultado sublime de tudo. Pobre significante palavra, que nos dá o sentido por convenção. Incomparavel, ludibriante.
Nome: Luciano Veras - Domingo, 10/6/2001 (20:21)
E-mail: laveras@telesof.com.br
Comentário/Opinião:
Gostaria de levar ao conhecimento de raimundo fagner esta letra, do compositor zezito doceiro, de Salgueiro-PE, para apreciação e acredito gravação, pois se trata do estilo fagner e com certeza seria sucesso na voz de Fagner, veja em anexo
AS NOTAS MUSICAIS
(COMPOSITOR : ZEZITO DOCEIRO )
Linda, tu és as belas notas musicais
Infinita e eterna como essa canção
Violão, que nos acordes, acorda o sentimento
Vem, vem reviver nossa canção
Dó, tem dó de mim não faz assim
Ré, só você me faz renascer
Mi, dá tanto medo em pensar que um dia eu posso lhe perder
Fá, não ligue se falarem mal de mim
O Sol pra gente ainda vai brilhar
Lá, além do horizonte eu vou viver
Si, você quiser me acompanhar
Sete são as notas musicais, os tons
São infinito como o meu amor
E eu só tenho a você para amar
Tente me aceitar como eu sou
Brigas, se nos amamos pra que brigar
Não sabes o quanto dói o coração
E se ele chega a parar
Verás que é só eterna essa canção.
Nome: Edinha Tojal - Domingo, 10/6/2001 (16:11)
E-mail: edinhatojal@zipmail.com.br
Comentário/Opinião:
Oi meu anjo! Estou muito feliz em tê-lo aqui na minha terra em Aracaju-SE no dia 28 em Areia Branca e 29 na Capital.Vou p/ os dois shows. Te admiro muito! Gosto muito do seu trabalho... Felicidades...sempre, Sua admiradora, Edinha Tojal